EXTINÇÃO
Luiz Poeta
Luiz Gilberto de Barros
- Às 22 h e 56 m do dia 2 de junho de 2010
do Rio de
Janeiro , especialmente para os mosqueteiros da AVLAN

Um dia chegará em que o que veremos
Já não dependerá do nosso olhar humano
Mas sim da fantasia vendo, em outro plano
O que na realidade nós não mais teremos.
O sonho ocupará a vez da realidade
E para enxergamos, fantasiaremos
A flora, a fauna, a vida... e nos abrigaremos
Nos ermos solitários de uma vã saudade.
E quando os estertores forem derradeiros,
As nossas almas livres hão de se soltar
E leves voarão sobre os despenhadeiros
Que nossos abandonos hão de produzir
Só assim a nossa vida há de respirar,
Voando pelo ar da dor que se extinguir.

Um dia chegará em que o que veremos
Já não dependerá do nosso olhar humano
Mas sim da fantasia vendo, em outro plano
O que na realidade nós não mais teremos.
O sonho ocupará a vez da realidade
E para enxergamos, fantasiaremos
A flora, a fauna, a vida... e nos abrigaremos
Nos ermos solitários de uma vã saudade.
E quando os estertores forem derradeiros,
As nossas almas livres hão de se soltar
E leves voarão sobre os despenhadeiros
Que nossos abandonos hão de produzir
Só assim a nossa vida há de respirar,
Voando pelo ar da dor que se extinguir.
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